quinta-feira, 28 de abril de 2011

Aparentemente não tem cura!!!

Uma amiga minha aos vinte anos enfiou uma pistola no ouvido e suicidou-se. Outra, da mesma idade, aparência de trinta, ganhou um filho de verdade. Houve uma, que era quase uma Irmã, passou dos dezoito jogou uma mochila nas costas e saiu para conquistar o mundo. Dias atrás, uma amiga de dezessete estava me contando como foi bem na sua primeira transa com um homem, mil vezes superior às fantasias com que se iludira, outra a quem eu muito gostava se casou e ficou totalmente diferente, tem também aqueles que por diferença de crença se afastaram. Então neste momento, não tenho um único numero na agenda a quem possa fazer uma inconfidente ligação, para importar uma farsa de uma farsa de uma mulher emancipada, dona do mundo que a cerca e até dos territórios inimigos. Então eu sigo doente, abordando os postes como se fossem gente, em busca de uma solução para um mal-alojado mancebo em minha mente. Um mal que aparentemente não tem cura

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Ela não é a mais bonita...

e nem tem o mais lindo sorriso. Ela não se parece com uma boneca e não têm todos os ideais de beleza. Ela sonha acordada e chora sem razão. Ela deseja um conto de fadas, mas o que ela vive já a faz muito feliz. Ela pode ser muito querida, mas também pode ser insuportável quando quer. Ela já fez juras de amor e já chorou por elas. Ela conhece muitas pessoas, mas pode contar nos dedos quem realmente considera como amigo de verdade. Ela já se sentou em frente ao computador e tentou resolver sua vida através dele. Ela acredita em destino, mas sempre foi vítima das coincidências. Ela já viveu um grande amor que nunca saiu da tela do computador. Ela já fez grandes amigos e com eles grandes planos. Ela já errou muito e teve a capacidade de admitir seu próprio erro. Ela já foi perdoada e também já perdoou. Ela já amou e talvez nunca tenha sido amada, mas nem por isso ela não é uma garota feliz.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

A vida é irônica.

Ela te distancia de quem você ama, leva para longe quem você quer por perto. Te faz desacreditar, te deixa fraco. Mas mesmo assim, você continua vivendo. Se sente cada vez mais forte. Porque esse é o propósito: te ensinar que a saudade dói, mas não mata. Apenas fortalece e te prova o que é realmente verdadeiro. Leva aquilo que te faz bem, e te trás aquilo que não te agrada. Assim você aprende que só precisa de você mesmo. Tira todas as suas esperanças para te mostrar que você pode as recompor por si próprio. Você se sente forte a partir do momento em que percebe que nada é capaz de te derrubar. E então você acredita. Esse é o único segredo. É apenas isso que a tão maldosa vida quer te ensinar. Quando você descobrir que é tão simples, poderá ver que ela não é cruel. É apenas a professora. E sim, aprender é difícil. Mas só por isso você desiste?