quinta-feira, 28 de abril de 2011

Aparentemente não tem cura!!!

Uma amiga minha aos vinte anos enfiou uma pistola no ouvido e suicidou-se. Outra, da mesma idade, aparência de trinta, ganhou um filho de verdade. Houve uma, que era quase uma Irmã, passou dos dezoito jogou uma mochila nas costas e saiu para conquistar o mundo. Dias atrás, uma amiga de dezessete estava me contando como foi bem na sua primeira transa com um homem, mil vezes superior às fantasias com que se iludira, outra a quem eu muito gostava se casou e ficou totalmente diferente, tem também aqueles que por diferença de crença se afastaram. Então neste momento, não tenho um único numero na agenda a quem possa fazer uma inconfidente ligação, para importar uma farsa de uma farsa de uma mulher emancipada, dona do mundo que a cerca e até dos territórios inimigos. Então eu sigo doente, abordando os postes como se fossem gente, em busca de uma solução para um mal-alojado mancebo em minha mente. Um mal que aparentemente não tem cura

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