Falar sobre pai é falar de amor...
Sentir sua falta é algo inexplicável. Mas, tentarei expressar esta saudades, através dessas humildes palavras com muita dor.
Pai... Sinto falta de:
- Sua voz que me aconselhava com ternura;
- Do seu olhar sereno com doçura;
- De suas mãos me reerguerem quando eu caia;
- De seu abraço que me envolvia;
Pai, com sua proteção eu nada temia!
E seus conselhos eram para o meu bem...
Pai eu estou tanta saudades!
Sem invejar, vejo as pessoas que tem pais, que muitas vezes os maltratam com gestos e palavras, não valorizando-os, então penso:
Pai daria tudo para poder novamente:
- Sua mão segurar;
- Seus miúdos olhos a me contemplar;
- Sua voz ouvir;
E ter uma nova chance de dizer: EU TE AMO!
E ser carinhosa, menos teimosa, ter tempo para conversar os seus assuntos preferidos.
Pai e Mãe... Não deveriam jamais morrer.
Pois, quanto mais se vive é pouco para dizer: Eu te amo PAI!
Quem tem seu pai vivo, não desperdice o tempo, fale sobre o seu amor por ele HOJE... Pois, AMANHÃ pode ser tarde demais...
domingo, 19 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Hoje, Ainda Hoje
Hoje, resolvi que não iria mais pensar em você.
Que iria esquecer seu cheiro, seu gosto.
Resolvi deletar suas fotos, não pensar em seu rosto.
Resolvi que iria apagar você do meu passado
Esquecer nossos lugares, nossa canção.
Esquecer as manhãs que acordei do seu lado.
Ah! Também prometi a mim mesmo que
Nas noites frias, nunca mais chamaria seu nome.
Hoje, ainda hoje,
Antes de o sol dar lugar a lua, percebi meus erros.
Como esquecer seu cheiro se ele está impregnado em meu corpo?
Posso deletar suas fotos, mas jamais esquecerei seu rosto.
E o gosto que ainda está em minha boca é o gosto da boca sua.
Como apagar você do meu passado se minha vida foi você?
E os nossos lugares?
Se é a rua onde caminho todos os dias,
Se é o semáforo onde paro todos os dias.
Se é tudo que me rodeia... Se em tudo há um pouco de você.
E como esquecer nossa canção se a melodia está em minh’alma?.
Ah! E seu nome? Como esquecer?
Se ele é uma brasa que queima em meu peito.
Hoje percebi que esquecer você... não tem jeito.
Que meu amor por você é tão intenso. Que você faz parte de mim.
Do meu tudo, do meu todo.Da minha solidão.
E se quer saber a minha vontade.
vou dizer o que sinto com toda sinceridade
vontade eu tenho de implorar,me humilhar para que me aceite,e não me abandone por que seu amor me alimenta e sem ele me resta a "fome"
Mas apesar desse amor que não pode ser descrito
um sentimento tão grande pelo qual eu iria até o infinito
Eu entendo o que se passa. Sei que para você não há mais graça mostrou-me isso de uma forma devastadora, devastando meu coração e minha mente. me fazendo entender que eu estava errado achando que você era diferente
Se não quisesse nada mais comigo Era só chegar em mim ,e dizer em alto e bom tom
Eu não quero mais você
e pra terminar eu digo do fundo do meu coração e com toda sinceridade
Sinto muito que tenha durado tão pouco
Mas
Eu te amo de verdade
Não vai ser fácil esquecer você mas eu preciso.
Bay F4B1m
sábado, 21 de maio de 2011
Ficar sem você,
é ter a noção do tempo e não saber preenchê-lo, é perder a paz e conhecer a ausência de alguém presente. Ficar sem você, talvez seja o maior desafio pro meu coração, é ter necessidade de me manter acordado para a vida enquanto meu corpo adormece na sua ausência. Ficar sem você é tentar permanecer calada enquanto meu peito grita, é procurar respostas e não encontrar, é descobrir forças no infinito, é morrer de saudades a todo instante. ♥
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza
Quando penso em você
Fecho os olhos de saudade
Tenho tido muita coisa
Menos a felicidade
Correm os meus dedos longos
Em versos tristes que invento
Nem aquilo a que me entrego
Já me dá contentamento
Pode ser até manhã
Sendo claro, feito o dia
Mas nada do que me dizem me faz sentir alegria
Eu só queria ter do mato
Um gosto de framboesa
Pra correr entre os canteiros
E esconder minha tristeza
E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza ...
E deixemos de coisa, cuidemos da vida
Pois se não chega a morte
Ou coisa parecida
E nos arrasta moço
Sem ter visto a vida
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
São as águas de março fechando o verão
É promessa de vida em nosso coração.
Fecho os olhos de saudade
Tenho tido muita coisa
Menos a felicidade
Correm os meus dedos longos
Em versos tristes que invento
Nem aquilo a que me entrego
Já me dá contentamento
Pode ser até manhã
Sendo claro, feito o dia
Mas nada do que me dizem me faz sentir alegria
Eu só queria ter do mato
Um gosto de framboesa
Pra correr entre os canteiros
E esconder minha tristeza
E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza ...
E deixemos de coisa, cuidemos da vida
Pois se não chega a morte
Ou coisa parecida
E nos arrasta moço
Sem ter visto a vida
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
São as águas de março fechando o verão
É promessa de vida em nosso coração.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Aparentemente não tem cura!!!
Uma amiga minha aos vinte anos enfiou uma pistola no ouvido e suicidou-se. Outra, da mesma idade, aparência de trinta, ganhou um filho de verdade. Houve uma, que era quase uma Irmã, passou dos dezoito jogou uma mochila nas costas e saiu para conquistar o mundo. Dias atrás, uma amiga de dezessete estava me contando como foi bem na sua primeira transa com um homem, mil vezes superior às fantasias com que se iludira, outra a quem eu muito gostava se casou e ficou totalmente diferente, tem também aqueles que por diferença de crença se afastaram. Então neste momento, não tenho um único numero na agenda a quem possa fazer uma inconfidente ligação, para importar uma farsa de uma farsa de uma mulher emancipada, dona do mundo que a cerca e até dos territórios inimigos. Então eu sigo doente, abordando os postes como se fossem gente, em busca de uma solução para um mal-alojado mancebo em minha mente. Um mal que aparentemente não tem cura
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Ela não é a mais bonita...
e nem tem o mais lindo sorriso. Ela não se parece com uma boneca e não têm todos os ideais de beleza. Ela sonha acordada e chora sem razão. Ela deseja um conto de fadas, mas o que ela vive já a faz muito feliz. Ela pode ser muito querida, mas também pode ser insuportável quando quer. Ela já fez juras de amor e já chorou por elas. Ela conhece muitas pessoas, mas pode contar nos dedos quem realmente considera como amigo de verdade. Ela já se sentou em frente ao computador e tentou resolver sua vida através dele. Ela acredita em destino, mas sempre foi vítima das coincidências. Ela já viveu um grande amor que nunca saiu da tela do computador. Ela já fez grandes amigos e com eles grandes planos. Ela já errou muito e teve a capacidade de admitir seu próprio erro. Ela já foi perdoada e também já perdoou. Ela já amou e talvez nunca tenha sido amada, mas nem por isso ela não é uma garota feliz.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
A vida é irônica.
Ela te distancia de quem você ama, leva para longe quem você quer por perto. Te faz desacreditar, te deixa fraco. Mas mesmo assim, você continua vivendo. Se sente cada vez mais forte. Porque esse é o propósito: te ensinar que a saudade dói, mas não mata. Apenas fortalece e te prova o que é realmente verdadeiro. Leva aquilo que te faz bem, e te trás aquilo que não te agrada. Assim você aprende que só precisa de você mesmo. Tira todas as suas esperanças para te mostrar que você pode as recompor por si próprio. Você se sente forte a partir do momento em que percebe que nada é capaz de te derrubar. E então você acredita. Esse é o único segredo. É apenas isso que a tão maldosa vida quer te ensinar. Quando você descobrir que é tão simples, poderá ver que ela não é cruel. É apenas a professora. E sim, aprender é difícil. Mas só por isso você desiste?
Assinar:
Postagens (Atom)

